O meu passado me condena sim, e o seu?

Quem tem um passado que condena? Você leitor, eu e todo mundo. Levanta a mão ou atire a primeira pedra quem não tem. É como dizem: quem nunca não é? Sou a favor de passados que condenem cada vez mais. Isto porque para mim, quem não esconde nada é porque não viveu nada. E a vida é transitória demais. O que gostamos hoje, pode não ser a mesma coisa do que vamos curtir amanhã. Esta transição é responsável por deixar muitos acontecimentos como “condenados” na memória. Mas isso não significa que eles não sejam importantes.
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Psicologia e figuras de linguagem: uma análise da vida amorosa

De acordo com a Wikipédia, metonímia é uma figura de linguagem que emprega o uso de um termo por outro. Isto devido a possibilidade ou semelhança de associação entre os termos. Não, eu juro que não quero dar aula de português – longe de mim. Apenas queria que todos soubessem o que é uma metonímia antes de eu prosseguir com o texto. Dito isto, vamos ao texto.

Acredito que quando a gente deseja que alguém entenda uma ideia ou teoria, o uso do exagero é muito bem empregado. Assim como a metonímia, exemplos,  experiências, metáforas, figuras e etc.. Sempre existiram e sempre existirão diversas formas de explicar um ponto de vista. Mas pra mim, quem faz mais bem uso destes elementos é a psicologia. Então, fica a dica pra moçada: utilizem a psicologia a favor de vocês.
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O que é que a ruiva tem?

Fiz pesquisa, perguntei e amolei metade dos meus contatos masculinos do Facebook. A resposta até então era uma só: toda ruiva gosta mais de sexo e é mais safada. E olha que eu falei isso de forma sutil, porque as respostas foram bem sem níveis.

Alguns contra argumentaram explicando que a cor do cabelo chama atenção e que faz os olhos ressaltarem. Poético demais. Outros comentaram que as ruivas tem a tal da síndrome do patinho feio e que isso automaticamente reflete na cama. Pra você, nerd e espinhento, que não imagina o que seja a síndrome do patinho feio, maiores explicações a seguir.
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Tempo, paciência e chá

Parece discurso de vó acompanhado com biscoitinhos de feira e chá, mas uma vez Tolstói falou que tempo e paciência são os mais fortes guerreiros. Ou algo assim. É claro que esta afirmação diz muito sobre a vida dele, conturbada e com inúmeros desassossegos pessoais, mas colocando a melancolia e a tal vó de canto, é confortável pensar desse jeito e sempre considerar estes dois elementos como essenciais.

Mas vá, cá entre nós, pede paciência para um fumante sem cigarro, para uma mulher em trabalho de parto ou para uma criança antes de receber um presente. Ou talvez, de uma forma um pouco mais mórbida, pede tempo para quem não o tem mais.
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Felicidade não é superstição

Li vários inícios de textos no final do ano. Textos motivacionais que davam dicas de como fazer um ótimo ano. Marquei todos para eu ler depois, já que o assunto estava sendo muito falado e eu acabei perdendo o tesão. Tudo que é demais enjoa, já dizia a minha vó. E já que meu ano começa agora em abril, nada mais justo do que me aventurar neste tipo de leitura. Por fim, concluí que estes textos não mereciam nem a minha marcação para ler depois.

Francamente, todo mundo anda meio psicólogo por ai e por aqui também. Todos tem uma opinião sobre o que devemos fazer e do quanto estamos errados. Acho raro quando o lado positivo é considerado. Ninguém comenta o quanto foi bom não ter ido a tal festa, ter deixado de beber só para dirigir, por não ter estourado o limite do cartão de crédito – nem que tenha sido apenas por um mês, dizer sim, dizer não ou talvez apenas por não dizer.

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Frieza ou defesa?

Começo o texto de hoje com uma citação da Jane Austen: “Eu não quero que as pessoas sejam muito agradáveis, pois isso me poupa o trabalho de gostar demais delas.” Dito isto, eu pergunto: existe frieza maior do que essa? Ou será defesa? Eu não sei o que a fofa da Jane Austen passou para agir dessa forma, mas com certeza foi algo relacionado a defesa pessoal.

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Sexo, chocolate e fruta: semelhança ou descaso?

Uma pesquisa recentemente divulgada pela Match.com afirma que 28% das pessoas que estão em um relacionamento sério sofreriam menos a falta de sexo do que a falta de comida. De acordo com a pesquisa, quase 40% das mulheres preferem a comida. Não comida no sentido pejorativo ou malicioso, preferem tipo comida mesmo, o alimento. Ainda se tratando da pesquisa, o chocolate foi o grande eleito como substituto da relação sexual. Mas pasmem: a pesquisa também revelou que tem gente que prefere comer fruta do que transar.

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A continuação do amor

Eu li em algum lugar perdido na blogosfera sobre uma pesquisa que afirmava que estar em um relacionamento sério te faz perder alguns amigos. Choquei quando li, mas enfim. Minha opinião é uma só: ninguém perde amigos, alguns são passageiros e outros não. Que mania terrível essa de achar que para alguma coisa nova dar certo a antiga tem que ser deixada de lado, não é?

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