A abolição do mau humor

O humor de uma pessoa é inversamente proporcional a sua capacidade de lidar com os fatos trágicos do seu dia. E preste bem atenção: qualquer motivo de estar tendo um dia ruim não é suficiente para deixar o dia dos que estão a sua volta do mesmo jeito.

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Sobrevivência básica: o casamento

O contrato de casamento é algo esquisito, digamos assim. Não consta em nenhuma cláusula o que realmente o casal deveria saber. E isso não é uma falha do cartório e/ou documentação, pois nem o padre ensina o que se deve na cerimônia. A benção matrimonial não é nada mais do que o início da confusão.

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Planos infalíveis

Com o início do ano muitas pessoas retomam antigos planos que com o passar do ano anterior não foram executados. Aprender a dirigir, emagrecer, passar no vestibular ou finalizar o curso de inglês. Planos são sempre planos. Já diria o Cebolinha da Turma da Mônica: planos infalíveis. Não, você não quer se tornar o dono da rua e muitos menos fugir da Mônica. A sua única intenção é seguir em frente.

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O caos de final de ano

As festas de final de ano servem para duas coisas: comprar e culpar. Compra-se tudo o que não precisa e culpam-se todos pelas falhas ou planos frustrados. Albert Camus uma vez falou: “O que é a felicidade além da simples harmonia entre o homem e a vida que ele leva?”. A questão é essa: a vida que o homem leva.

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A matemática das mulheres

“A semana inteira com um sol radiante e justo no final de semana tem que chover?” – Ela esbravejou, estava realmente irritada. Tinha com ela apenas uma certeza: com chuva ou sol ela iria sair no final de semana.

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TV: emissora saudade

Acho que descobri porque os clipes musicais usam tantas cenas de colegiais e formaturas: para nos passar nostalgia. Você se sente baleado por lembrar o tempo da escola, os amigos e a melhor fase da vida.

Você está assistindo TV e de repente você vê americanas com aquele famoso uniforme de colegial ou então um grupo de jovens lançando o chapeuzinho de formatura (capelo) para cima. Aí você lembra o quanto passou. Desde as brincadeiras até a fase rebelde, desde o primeiro beijo até a primeira vez.

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Destino ou acaso?

Sorte ou azar?

Você já se sentiu azarado? Já passou por um dia em que nada dá certo? Sabe aquele dia em que você acorda com o pé esquerdo? Exatamente em dias assim sempre nos perguntamos “por que eu?”. Sinto dizer, mas às vezes não é você e sim o acaso.

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