Esse texto tem nome

Esse texto tem nome e é seu. Mas que diferença faz? Eu nunca poderei escrever ou jogar para o universo tudo o que eu quero que você saiba. Sempre pensei que pessoas importantes merecem saber que são importantes, mas esse não é o caso. Não questiono a sua importância, mas sim a minha verdade. (mais…)

Eu sei que sou muito

Eu sei que sou muito. Sei que não é fácil me prometer um sim eterno quando te faço enfrentar o meu caos. Eu me afasto quando me sinto vulnerável – e isso acontece o tempo inteiro. E é por isso que eu entendo a frustração que fica entre a gente. Eu sei bem as consequências dos meus dramas. Eu sei que sou muito, mas nunca quis ser barreira. (mais…)

Estou aprendendo a pegar leve

Estou aprendendo a pegar leve. Não é fácil, mas é necessário. Precisei aprender a pegar leve comigo mesma pra entender que eu não preciso riscar todos os itens da minha lista de afazeres ao final do dia. Resolvi parar de me pressionar pra dominar o mundo todos os dias antes de dormir, sabe? E aprendi que, de vez e sempre, todo o peso que eu sinto é minha responsabilidade. (mais…)

Talvez seja por isso que a gente se magoa no final do dia

Talvez seja por isso que a gente se magoa no final do dia, sabe? Quando chegamos em casa e lembramos de tudo o que não fizemos. Quando sentimos o peso de tudo o que deixamos pra depois. E talvez seja por isso que o nosso coração dói, porque nunca estamos prontos. Estamos sempre lutando contra o chefão, no limite e com o tempo acabando, e nunca conseguimos salvar a princesa. (mais…)

O meu plano era continuar

O meu plano era continuar mas parei pra pensar em você. Evitei elaborar um novo plano, seguir em frente ou ocupar a minha cabeça. Resolvi me entregar ao vício de pensar em você e imaginar nós dois. Como pode isso de pensar em você me fazer tão bem? Eu imagino os nossos possíveis diálogos e isso é mais suficiente do que ter algum cara-enfeite me perguntando sobre como foi o meu dia. (mais…)

Eu sempre tive pressa

Eu sempre tive pressa. Uma precocidade insana que me fazia pular etapa atrás de etapa, como se eu estivesse correndo contra o tempo. Sempre tive um tic-tac incansável dentro de mim. A pressa distorcia a minha visão de tempo – nunca era suficiente e eu estava sempre atrasada. Eu sentia como se eu nunca fosse superar esse atraso e como se eu já nem tivesse mais tempo pra resolver tudo o que tinha para ser resolvido. (mais…)